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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Monteiro Lobato: Livro a Livro


A professora Marisa Lajolo e o professor João Luis Ceccantini são organizadores de Monteiro Lobato: Livro a Livro, da Unesp.

Sobre Marisa Lajolo

Graduada em Letras pela USP (1962-1967);
Especialista em Teoria Literária e Literatura Comparada pela USP (1968-1969);
Mestra em Teoria Literária e Literatura Comparada na USP (1972-1975);
Doutora em Teoria Literária e Literatura Comparada na USP (1976-1980).
Professora da Universidade Estadual de Campinas e da Universidade Mackenzie.

Sobre João Luis Ceccantini

Graduado em Letras pela UNESP (1984-1987);
Mestre em Letras pela UNESP (1989-1993);
Doutor em Letras pela UNESP (1995-2000).
Professor da Faculdade de Ciências e Letras da Universidade de Campinas., em Assis.

O grupo de 15 pesquisadores trabalhou no projeto fazendo a análise de um livro, e juntos produziram o que acabou sendo publicado como Monteiro Lobato: Livro a Livro.

Todos esses pesquisadores são mestres em literatura, o que ajuda ao leitor quando ao conhecimento na obra de Monteiro Lobato.

sábado, 28 de dezembro de 2013

Fim do Ano e o Acordo Ortográfico


Hoje faz um ano que a Presidente Dilma Rousseff assinou o decreto colocando o fim do período de transição para 31 de dezembro de 2015. Com isso, o Movimento Acordar Melhor chegou a seu objetivo: sensibilizar o governo brasileiro para um novo debate sobre o Acordo Ortográfico.

Com a posse do Professor Ernani Pimentel como Presidente do Centro de Estudos Linguísticos da Língua Portuguesa, da Academia de Letras de Brasília, este deu prosseguimento à discussão sobre o Acordo Ortográfico, apontou os problemas do Acordo e fez suas críticas no Grupo de Trabalho em Portugal.

Claro que a consulta não deve ser feita à população em geral porque um usuário da língua não entende o seu funcionamento como o fazem os especialistas.  Por melhor que seja um escritor, na qualidade de usuário da língua, ele não tem o suporte técnico para demonstrar as melhorias.

Em Portugal, o Professor Ernani Pimentel sugeriu que os especialistas da Associação Portuguesa de Linguística, os especialistas do Instituto de Linguística Teórica e Computacional fizessem, juntos, um trabalho de estudos e pesquisas em relação ao Acordo Ortográfico. Aqui no Brasil, a proposta é a mesma, contando com a Academia Brasileira de Filologia, a Associação Brasileira de Linguística e a Associação de Linguística Aplicada do Brasil.

Não só Portugal e Brasil, os outros países deverão apresentar uma proposta até o final do semestre de 2014, quando acontecerá o Simpósio Liguístico-Ortográfico da Língua Portuguesa, na Academia de Letras de Brasília.

Muita coisa ainda pode acontecer até 31 de dezembro de 2015

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Gramática pela Prática


Gramática pela prática apresenta uma metodologia inovadora que desloca o foco do "como se ensina" para o "como se aprende", instigando no estudante um assimilar, aprender com autonomia que se realiza por meio da observação de gráficos, análises, raciocínios e deduções lógicas referentes ao sistema linguístico. Em suas páginas, o aluno revela-se um coautor capaz de, a partir da competência adquirida pela prática, chegar a elaborar com proficiência as definições e teorias.

Edição Revista e Ampliada conforme a Nova Ortografia; 

Acréscimo do capítulo "Estruturas e Formação de Palavras"; 

Ampliação do capítulo de Ortografia" com as regras do Novo Acordo de forma didática e diferenciada do texto geral; 

Inserção de conceitos e exercícios.

Autor:

Ernani Pimentel

Ex-seminarista, gramático com formação em Língua Portuguesa, Latim e Linguística pela USP.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Discutir Novo Acordo Ortográfico


Dois professores brasileiros sugeriram hoje na Assembleia da República a constituição de um plano de trabalho e de um sítio na internet dirigido a todos os países lusófonos para discutir o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

Na sua primeira visita oficial a Lisboa em representação do grupo de trabalho do Senado Federal do Brasil sobre o AO, Ernani Pimentel, professor de português, e Pasquale Cipro Neto, também professor de português e colaborador da Folha de São Paulo, compareceram esta tarde perante a Comissão de Educação, Ciência e Cultura, do parlamento português, para avaliar a disposição em reabrir o debate sobre o acordo.

O plano apresentado sugere entre alunos e professores de todos os países lusófonos "sobre atitudes ortográficas e simplificadoras" durante o primeiro semestre de 2014. Em agosto, cada país deverá reunir as suas sugestões, que, por fim, serão abordadas num "Simpósio Linguístico-Ortográfico" organizado pela Academia de Letras de Brasília em setembro de 2014.

Na exposição perante a comissão, na presença da deputada Rosa Arezes (PSD),  Gabriela Canavilhas (PS),Michael Seufert (CDS/PP), Miguel Tiago (PCP) e Luis Fazenda (BE), os dois professores protagonizaram uma autêntica lição de ortografia e semântica e não pouparam um AO onde "há situações sem respostas".

"Há diferenças entre o texto e o que foi feito com ele. Reformar a reforma, que contém uma série de incorreções, é a proposta", sublinhou Pasquale Cipro Neto na sua intervenção.

Já Ernani Pimentel, que também coordena o grupo de trabalho do Senado Brasileiro, alertou para a necessidade de os professores "entenderem" o que ensinam e não se contradizerem, "para que os alunos não deixem de acreditar neles", e admitiu "casos de alunos na universidade brasileira com inúmeros erros de ortografia numa redaçãoe nota máxima".

Fonte:http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/linguistas-brasileiros-sugerem-plano-a-portugal-para-discutir-novo-acordo-ortografico-no-espaco-lusofono/

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Domício Proença Filho



Quando aconteceu a polêmica sobre os livros de Monteiro Lobato, deveriam ter procurado saber a opinião do acadêmico Domício Proença Filho.

Perceba que ele tem autoridade sobre o assunto, não por ser membro da Academia Brasileira de Letras, mas pelo que estudou e ensinou.

Bacharel e Licenciado em Letras Neolatinas pela antiga Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil (1957);
Especialista em Língua e Literatura Espanhola (1958);
Doutor em Letras e Livre-docente em Literatura Brasileira pela Universidade Federal de Santa Catarina (1974).

Professor Titular de Literatura Brasileira (1971-1992);
Professor Titular Convidado de Literatura Brasileira (1994-1996) ;
Professor Emérito da Universidade Federal Fluminense (2002).

domingo, 24 de novembro de 2013

Encontro de Agencias de Notícias da Língua Portuguesa


Na segunda-feira (25) e terça-feira (26), representantes das agências de notícias dos oito países que compõem a Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP) vão participar da VI Assembleia das Agências de Informação de Língua Portuguesa. Entre os temas que serão debatidos está a criação de um portal conjunto e a escolha de um padrão oficial para o site.

O encontro sediado na Empresa Brasil de Comunicação (EBC), em Brasília, reúne as principais agências públicas de notícias, estatais e oficiais de Angola (Angop), Brasil (EBC), Cabo Verde (Infopress), Guiné-Bissau (ANG), Moçambique (AIM), Portugal (Lusa), São Tomé e Príncipe (STP-Press) e Timor -Leste (Etna).

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-24/encontro-de-agencias-de-noticias-dos-paises-de-lingua-portuguesa-discute-criacao-de-portal

sábado, 23 de novembro de 2013

Entrevista com José Carlos Azeredo


O Prof José Carlos Azeredo, que chegou a trabalhar com Antônio Houaiss (1915-1999), disse que o filólogo teve carta branca da Academia Brasileira de Letras para participar das discussões que culminaram no Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, em vigor  desde 1 de janeiro de 2009.

"Antônio Houaiss era o único representante brasileiro. Ele era uma autoridade no assunto, apesar de muitos especialistas acharem que deveria ter havido maior discussão", afirma.

Para o professor Azeredo, a ABL permitiu que apenas um representante brasileiro participasse dos debates "porque o acordo de 1990 copiou em larga medida a reforma ortográfica de 1945". Essa mudança foi um acordo firmado entre Brasil e Portugal, mas foi o seguido apenas por este último. "O Brasil acabou se sentindo prejudicado e permaneceu no acordo de 1943", diz o professor.

O texto de 45 já previa, por exemplo, a extinção do trema e a abolição do acento agudo nos ditongos abertos nas proparoxítona, medidas que foram implantadas no Brasil com o novo acordo, mas que já estavam em prática em Portugal desde a segunda metade de 40. "O que se decidiu em 1990 é, na verdade, uma extensão ao Brasil daquilo que Portugal já praticava. As inovações são principalmente em relação ao hífen", diz o gramático.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/noticias/2009/02/02/houaiss-nao-contou-os-bastidores-do-acordo-diz-gramatico.htm

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