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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Especialistas criticam problemas no acordo ortográfico

Pasquale Cipro Neto (D) fala em audiência pública presidida por Ana Amélia, com Evanildo Bechara Foto: Geraldo Magela
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa deve ser mantido, mas com ajustes em situações de falta de clareza nas regras de grafia para facilitar a aplicação e o ensino das novas normas. Essa posição foi defendida pela maioria dos especialistas ouvidos ontem na Comissão de Educação (CE).

Entrevistados pela Agência Senado, os especialistas discordam de proposta de simplificação ortográfica pelo critério fonético, ou seja, a escrita das palavras orientada pela forma como se fala. Esse sistema, se adotado, levaria ao fim do ch, ç, ss e do h inicial, como na palavra hoje, entre outras mudanças. A proposta foi apresentada na terça-feira pelo professor Ernani Pimentel, também em audiência sobre o acordo.

Assinado em 1990 pelos países lusófonos, o acordo entrará em vigor no Brasil em janeiro de 2016. No entanto, desde 2008, com a promulgação do texto, está em curso o processo de transição para as novas regras, já adotadas por editoras, escolas, veículos de comunicação e órgãos públicos. Desde então, o acordo tem sido criticado por imprecisões e regras pouco claras, que permitem diferentes interpretações.

Carlos André Pereira Nunes, professor de língua portuguesa e redação jurídica, relatou divergência entre o acordo e o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp), editado pela Academia Brasileira de Letras (ABL).

— É preciso criar um protocolo mais rigoroso sobre fontes da ortografia da língua portuguesa. Qual é a fonte? É o acordo? É o vocabulário [o Volp, publicado pela ABL]? — questionou Nunes.

Crítico do acordo, o professor Pasquale Cipro Neto, consultor de língua portuguesa, afirma que o texto é ­“nebuloso”, permitindo duas grafias para a mesma palavra, como sub-humano e subumano, e critérios diferentes para palavras que deveriam ser regidas por uma mesma regra, como prequestionar e pré-qualificar, como consta do Volp.

— Não existe obra perfeita, mas os fatos mostram que houve atropelo. Fica evidente que o texto carece de polimento, de uma aparada, de soluções concretas. O acordo precisa passar por uma revisão, precisa ser clareado — disse.

Entre os ajustes sugeridos, Pasquale destaca a necessidade de solução “mais racional e objetiva” para o uso do ­hífen, posição também defendida por Antônio Martins de Araújo, presidente da Academia Brasileira de Filologia.
— O acordo tem que ser celebrado, mas a Academia Brasileira de Filologia bate pé firme em favor da simplificação máxima do uso do hífen — disse Araújo.

Multilateralismo

Na opinião da professora Stella Maris Bortoni, da Associação Brasileira de Linguística (Abralin), não há espaço para revisões unilaterais do acordo.

— A Abralin recomenda que se consolide o acordo ortográfico. O Brasil é signatário do acordo, feito no âmbito da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa], e não deve fazer alterações unilaterais. Qualquer alteração deve ser multilateral, no âmbito da CPLP — afirmou.

Stella Maris considera urgente a conclusão do vocabulário comum entre os países signatários do acordo. Ela sugeriu aos senadores da CE que lancem mão da autoridade da comissão para recomendar pressa na finalização desse compromisso da CPLP.

Ao fim do debate, o gramático Evanildo Bechara, membro da ABL e representante brasileiro na CPLP, informou que o Instituto de Linguística Teórica e Computacional (Iltec) está encarregado de fazer uma revisão no acordo, o que vem sendo realizado por um grupo de especialistas convocados nos oito países signatários do acordo.

As sugestões de ajustes apresentadas nos debates na Comissão de Educação, disse Bechara, poderão ser consideradas pelos especialistas do Iltec. Ele enfatizou, no entanto, que não estará em exame a proposta de simplificação ortográfica que sugere a mudança do sistema misto atual, etimológico e fonético, para o sistema puramente fonético.

Na condução do debate, a vice-presidente da CE, Ana Amélia (PP-RS), explicou que a comissão exerce o papel de mediação, para que os gramáticos cheguem a um entendimento.

— Não estamos aqui nem de um lado, nem de outro. Queremos chegar a este ponto de reconhecer: existem falhas no acordo? Então, estamos buscando exatamente esse centro para aperfeiçoá-lo, seja em forma de errata, na forma de explicação ou de qualquer outra forma. Esse é o nosso papel — observou.

Fonte: http://www12.senado.gov.br/jornal/edicoes/2014/10/23/gramaticos-defendem-alteracoes-em-acordo

Especialistas divergem em relação ao acordo ortográfico


Em debate nesta terça-feira (21) na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), o gramático Evanildo Bechara, membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), defendeu o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, enquanto Ernani Pimentel, presidente do Centro de Estudos Linguísticos da Língua Portuguesa, cobrou maior simplificação gramatical.

As regras do acordo já são adotadas no país, por exemplo por editoras, mas só serão obrigatórias a partir de 2016. Pimentel, no entanto, é contra as mudanças, argumentando que não houve diálogo com a sociedade e com quem atua na área.

Ele lidera movimento para adoção de critério fonético na ortografia, ou seja, a escrita das palavras orientada pela forma como se fala. Por esse critério, a palavra "chave", por exemplo, seria escrita com x (xave), sem preocupação em considerar a etimologia.

– O ensino baseado na etimologia, na pseudoetimologia, é dos séculos que se foram. Podemos agora discutir formas mais objetivas e racionais – diz Pimentel, ao afirmar que a simplificação evitaria que as novas gerações sejam submetidas a “regras ultrapassadas que exigem decoreba”.

Em sentido oposto, Evanildo Bechara considera que a simplificação fonética, “aparentemente ideal”, resultaria em mais problemas que soluções, pois extinguiria as palavras homófonas - aquelas que têm o mesmo som, mas escrita e significados diferentes. Como exemplo, ele citou as palavras seção, sessão e cessão, que ficariam reduzidas a uma só grafia – sesão –, o que prejudicaria a compreensão da mensagem.

– Aparentemente teríamos resolvido um problema ortográfico, mas criaríamos um problema maior na função da língua, que é a comunicação entre as pessoas – frisou.

Facilitação no ensino

No debate, Pimentel afirmou que a simplificação da gramática tornaria mais eficiente e racional o ensino da língua portuguesa nas escolas, facilitando o aprendizado e reduzindo custos. Ele ressaltou que simplificação já conta com 36 mil apoiadores, entre professores e alunos do ensino médio e superior.

Já Bechara disse que, para a ABL, dificuldades na alfabetização e no ensino da língua escrita não se resolvem com a simplificação ortográfica. Se fosse assim, afirmou, seria grande o número de analfabetos na França e na Inglaterra, uma vez que as ortografias francesa e inglesa estão entre as mais complicadas. Ao contrário, observou, são países que estão “na vanguarda da civilização”, resultado de escolas de qualidade e professores competentes.

Na opinião do gramático, o acordo ortográfico reúne qualidades e representa um avanço para o uso do idioma e para unificar regras entre os países lusófonos. Ele ressaltou que os países que assinaram o acordo poderão, depois da implementação das novas regras, aprovar modificações e ajustes, caso necessário.

Também Thais Nicoleti, consultora de língua portuguesa da Folha de S. Paulo e do portal UOL, elogiou mudanças promovidas pelo acordo ortográfico. Ela pediu, por outro lado, que o ensino do português nas escolas seja aprimorado, com exigência de mais leitura.

– A criança deve ser levada a ler, para que saiba se comunicar oralmente e por escrito. Temos que mudar nossas aulas, e não mudar a língua para ficar mais fácil de ensinar – criticou.

Adesão ao acordo

Ao comentar relatos de resistência ao acordo ortográfico em Portugal, Bechara afirmou que as críticas seriam localizadas e que revelam desconhecimento das mudanças propostas. Ele destacou que as novas regras têm a aprovação dos especialistas que representam Portugal nos fóruns de discussão do assunto.

Quanto à dificuldade de adesão em Angola e Moçambique, o gramático considera normal que implantação do acordo seja mais demorada nesses países, devido à existência de diversas línguas locais, ao lado do português.

Fonte: http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2014/10/21/especialistas-divergem-em-relacao-ao-acordo-ortografico 

domingo, 21 de setembro de 2014

Gramática Objetiva para Concursos


No dia 11 de julho de 2014, na Livraria Cultura, em Brasília, aconteceu um evento que contou com mais de 200 pessoas: o lançamento do livro Gramática Objetiva para Concursos, do Professor Cleiton Natal, que é Licenciado em Língua Portuguesa, e leciona em cursos públicos há 11 anos. Já lecionou em várias escolas, pré-vestibulares, e hoje atua em cursos preparatórios para concurso, ministra também cursos e palestras em órgãos públicos, empresas e faculdades.

Utilizando suas próprias aulas como base para a produção do livro, traz neste conteúdos como: morfologia, sintaxe, termos relacionados a verbos, termos relacionados a nomes, regência verbal e nominal etc.   Temas relevantes cobrados em vários concursos, esta uma obra é da Editora ALUMNUS

sábado, 13 de setembro de 2014

Simpósio Linguístico-Ortográfico na ALB

 
SOLENIDADE DE ABERTURA

Dia 10/09/2014 (quarta-feira)

Às 8h 30min.- Entrega das credenciais

Auditório KJ - Procuradoria Geral da República,
SAF Sul, Quadra 4, Conjunto C, Asa Sul, Brasília - DF - 70050 - 900

Às 10h - ABERTURA DO EVENTO (Auditório JK)

Presidente José Carlos Gentili
Academia de Letras de Brasília
(Abertura do Simpósio e boas vindas aos participantes)

Mensagem do Excelentíssimo Senhor Secretário Executivo da Comissão dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)
Diplomata MURAD ISAAC MIGUGY MURARGUY

Homenagens

República de Angola - Embaixador Nelson Manuel Cosme
República de Cabo Verde - Conselheiro Luís Olegário Monteiro Sanches
República de Guné-Bissau - Embaixadora Eugénia Pereira Saldanha Araújo
República de Guiné Equatorial - Embaixador Benigno Pedro Matute Tanga
República de Moçambique - Embaixador Manuel Tomás Lubisse
República de Portugal - Embaixador Francisco Maria de Sousa Ribeiro Telles
República de São Tomé e Príncipe
República de Tomr-Leste - Embaixador Gregório José da Conceição Ferreira de Sousa

Dia 11/09/2014

Às 9h - Palestra: A QUESTÃO ORTOGRÁFICA E A DEFESA DA LUSOFONIA
Palestrante - Filólogo  JOÃO MALACA CASTELEIRO
Academia das Ciências de Lisboa
Moderador: 9h30min às 9h45min

Às 10h - Palestra: O ACORDO ORTOGRÁFICO - VISÃO BRASILEIRA
Palestrante: Filólogo EVANILDO CAVALCANTI BECHARA
Academia Brasileira de Letras
Moderador: 10h30min às 10h45min

Às 11 horas - Palestra: POR QUE E PARA QUE UM HISTÓRICO DE ACORDOS ORTOGRÁFICOS DA LÍNGUA PORTUGUESA
Palestrante: Maria Helena de Moura Neves
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
Moderador: 11h30min às 11h45min

Às 14h - Palestra: CRIAÇÃO DO CONHECIMENTO
Palestrante: DANIEL LEONARD EVERETT
Bently University - Massachussetts
Moderador: 14h30min à 14h45min

Às 15h - Palestra - LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
Palestrante - Diretora Geral Solange Maria da Rocha
Instituto Nacional de Educação de Surdos
Moderador: 15h30min às 15h45min

Às 16h - Palestra: O BRAILE E O ACORDO ORTOGRÁFICO
Palestrante: Diretora Geral Maria Odete Santos Duarte
INSTITUTO BENJAMIM CONSTANT
Moderador: 16h30min às 16h45min

Dia 12/09/2014

Às 9h - Palestra: IDIOMAS DO FUTURO
Palestrante: Acadêmico Emérito ULISSES RIEDEL
Academia de Letras de Brasília
Moderador: 9h30min às 9h45min

Às 10h - Palestra: LINGUÍSTICA
Palestrante: Professor Luís Passegi
Associação Brasileira de Linguística
Moderador: 10h30min ás 10h45min

Às 11h - Palestra: A EXTINÇÃO DO HíFEN
Palestrante: Filólogo Deonísio Silva
Academia Brasileira de Filologia
Moderador: 11h30min às 11h45min

Às 14h - Palestra: SIMPLIFICAÇÃO ORTOGRÁFICA
Palestrante: ERNANI PIMENTEL
Academia de Letras de Brasília
Moderador: 14h30min às 14h45min

Às 15h - Palestra: A REVOLUÇÃO DAS NOVAS MÍDIAS
Palestrante: Linguista Dad Squarisi
Correio Brasiliense
Moderador: 15h30min às 15h45min

Às 16h - Palestra: A LÍNGUA PORTUGUESA E A CIVILIZAÇÃO QUE NASCE EM BRASÍLIA
Palestrante: Acadêmico ADIRSON VASCONCELOS
Academia de Letras de Brasília
Moderador: 16h30min às 16h45min

Às 17h

ENCERRAMENTO DO CONGRESSO

Fonte: http://www.albdf.com/#!programacao/c15u2

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Academia de Letras de Jaboatão


No dia 6 de junho de 2014 aconteceu a inauguração da Academia de Letras de Jaboatão dos Guararapes, com a posse da primeira diretoria. O evento deve lugar na Câmara de Vereadores da Cidade de Jaboatão dos Guararapes, e contou com a presença do prefeito Elias Gomes. A localização da Academia é na Rua Dr Miguel Arcanjo, 21, Piedade - endereço provisório.

"Nós estamos preenchendo um vazio inexplicável numa cidade de tanta tradição literária, tanta poesia, tanta produção cultural, tanta história. Certamente hoje se está escrevendo uma página importante na história do município", disse o prefeito.

No total,  foram empossados 19 membros. Dentre estes, o historiador e escritor Adriano Marcena recebeu o título de presidente da casa, e o cargo de vice-presidente ficou com o poeta Natanael Lima Jr.  Já os cargos de secretário e tesoureiro ficaram respectivamente com o gerente de cultra de Jaboatão dos Guararapes Nildo Barbosa e o poeta Frederico Spencer. Também o secretário executivo de Cultura e Patrimônio Histórico, Isaac Luna foi empossado.

Fonte: http://www.jaboatao.pe.gov.br/jaboatao/secretarias/secretaria-municipal-de-politicas-sociais-integradas/2014/06/07/NWS,417158,52,556,JABOATAO,2132-JABOATAO-EMPOSSA-PRIMEIROS-MEMBROS-ACADEMIA-LETRAS-CIDADE.aspx

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Por que revisar o Acordo Ortográfico


Aqueles que defendem o Acordo Ortográfico argumentam que "a lei dá à Academia Brasileira de Letras o encargo de guardiã do vernáculo", isto é um equívoco.

Se tratamos da elaboração e da implantação do Acordo Ortográfico, percebemos que o papel da Academia Brasileira de Letras é o de propor (exatamente o que ela não fez), assessorar e argumentar, mas não decidir. Ela tem um papel técnico apenas. Ora, no artigo 2 do Decreto n. 6.583, de 29 de setembro de 2008, que promulga o protocolo do Acordo Ortográfico, lemos:"São sujeitos à aprovação do Congresso Nacional quaisquer atos que possam resultar em revisão do referido Protocolo".  É ao Congresso que cabe o papel de decidir sobre assuntos de interesse à nação.

Quando atribuem o papel de guardiã à Academia Brasileira de Letras, muitos sem o saber, se apoiam na lei 5.765/71, a qual deu um prazo de dois anos para que fosse elaborado o Vocabulário Ortográfico, por ser a ABL de competência técnica.

Como esse Acordo Ortográfico de 1990 foi elaborado por apenas dois homens (um da Academia Brasileira de Letras e outro da Academia Brasileira de Lisboa), o que mostra a insuficiência para discutir e opinar, e muito mais para decidir. Assim, duas audiências públicas promovidas sobre o tema na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado, realizadas em 2009 e 2012 - sendo  a ABL convidada e não se fazendo presente, o que resultou na prorrogação no período de transição até 31 de dezembro de 2015,  tempo suficiente para que haja uma revisão. Assim, a Academia de Letras de Brasília empossou o Prof. Ernani Pimentel como Presidente do Centro de Estudos Linguísticos da Língua Portuguesa (CELLP), da Academia de Letras de Brasília, e com isto, a proposta de simplificação feita ao Senado Federal, para a criação de um Grupo de Trabalho passou a ter mais força.

Ernani Pimentel, há mais de 50 aos  é professor de Língua Portuguesa, Teoria Literária e Análise de Textos. Autor de "Gramática pela Prática", "Interlecção e Interpretação de Textos", "Análise Sintática Visual", "Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa", "Nova Ortografia Simplificada", "Provas Comentadas de Língua Portuguesa" (em três volumes) pela Editora Vestcon.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Simpósio Internacional Linguístico-Ortográfico




A Academia de Letras de Brasília realizará SIMPÓSIO INTERNACIONAL LINGUÍSTICO- ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA, reunindo, em Brasília, representantes das nações que compõem a Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP), Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, em 10 de setembro de 2014 - Dia Mundial das Línguas.O evento tem por finalidade debater e sugerir às autoridades governamentais dos países envolvidos estudos no que concerne à linguística e à ortografia, a fim de proporcionar colaboração democrática na consecução do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, ora sub examine no Brasil, até 31 de dezembro de 2015, conforme o Decreto n. 7.875 de 12 de dezembro de 2012.


A Academia de Letras de Brasília convidou todas as suas congêneres dos estados brasileiros, bem como as municipais, a integrarem este evento magno, para que possam, de forma transparente e democrática, oferecer seus entendimentos, sua críticas e sugestões dos países envolvidos.


Verdadeiro cadinho a céu aberto, onde os povos possam amalgamar estas matérias, de forma livre, sem amarras institucionais, ofertando aseus governos subsídios fundamentais.

O Simpósio Internacional Linguístico-Ortográfico da Língua Portuguesa deverá constituir-se num marco referencial na Capital da Esperança.

                                    Sejam todos bem-vindos!

                                          José Carlos Gentili

                                   Academia de Letras de Brasília

Fonte: http://www.albdf.com/


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