Páginas

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Entra em vigor no Brasil e já é obrigatório para 215 milhões

01 DE JANEIRO DE 2016

A aplicação do Acordo Ortográfico, a partir de hoje, no Brasil eleva para 215 milhões os falantes de Português a usar a nova grafia, mas a norma está em diferentes estágios de implementação nos vários países que a ela aderiram.
O Brasil, que assinou o acordo em Lisboa a 16 de dezembro de 1990 e o ratificou a 18 de abril de 1995, terminou, no último dia de 2015, o período de transição, tornando a norma obrigatória a partir de hoje.
Dos 215 milhões, a grande fatia cabe ao Brasil, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística estima ter 204.450.649 habitantes, seguindo-se os 10,3 milhões de portugueses, em números redondos facultados em julho passado pelo Eurostat, e os 512.096 cabo-verdianos, segundo um levantamento efetuado em 2013 pelo Instituto Nacional de Estatística de Cabo Verde.
Os ritmos de aplicação do Acordo Ortográfico são, contudo, muito variáveis entre os vários países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), assinalou Marisa Guião de Mendonça, diretora-executiva do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) em entrevista à agência Lusa.
O estágio de implementação da nova norma nos países da CPLP "é completamente diferenciado: alguns já ratificaram, outros não, nalguns países a lei já foi ao parlamento nacional, noutros ainda não foi. E há a questão dos recursos. Não só recursos humanos, para que se possa fazer este processo com garantias de sucesso, mas sobretudo recursos financeiros e recursos materiais", adiantou.
Nesse sentido, o IILP, "continua aberto para poder, a um nível multilateral, encontrar recursos técnicos e capital humano especializado para poder desenhar, se for o caso, e implementar o processo de transição da antiga ortografia para a nova".
De acordo com a responsável, o Acordo já tem o processo de implementação "finalizado" em Portugal, onde entrou em vigor a 13 de maio de 2015, apesar da oposição de grupos da sociedade civil, e "está a ser aplicado de uma forma natural" no Brasil, sendo a sua aplicação também "absolutamente pacífica" em São Tomé e Príncipe.
Distinta é a situação de Angola, onde o Acordo Ortográfico não foi "autorizado a nenhum nível governamental", apesar do investimento financeiro do país na plataforma digital do Vocabulário Ortográfico Comum.
Em Cabo Verde, que tornou a norma obrigatória a 01 de outubro de 2015, a sua aplicação vai passar pelas "necessárias" ações de esclarecimento sobre a nova grafia, esclareceu Marisa Mendonça, enquanto em Moçambique a norma aguarda ratificação pelo parlamento, estando o processo atrasado devido à mudança de governo.
Segundo a responsável do IILP, a situação de "muita instabilidade política" na Guiné-Bissau faz com que a aplicação do Acordo naquele país dificilmente seja uma prioridade e, em Timor-Leste, "a difusão, o uso e a implantação da língua portuguesa" têm primazia face à aplicação da nova norma.
Quanto à Guiné Equatorial, que aderiu à CPLP em julho de 2014, não assinou o Acordo mas a reimplementação da língua portuguesa que está a ter lugar no território será feita segundo a nova grafia, assegurou Marisa Mendonça, que sublinhou à Lusa o facto de o IILP em caso algum "se sobrepor aos estados-membros" na decisão de aplicar o Acordo.
Ao IILP cabe "responder e criar melhores condições para a implantação do Acordo, conforme está previsto no Plano de Ação de Brasília, de 2010, e no Plano de Ação de Lisboa, de 2013, que complementa o anterior", esclareceu.
Os Planos de Ação preveem, de acordo com a diretora-executiva do Instituto, "a consagração de um Vocabulário Ortográfico Comum", que, por agora, funciona apenas como uma plataforma digital de acesso gratuito onde estão já disponíveis os vocabulários nacionais de Portugal, Brasil, Moçambique, Cabo Verde e Timor-Leste.
É também incumbência do IILP "dar uma visão e fazer uma gestão cada vez mais pluricêntrica da língua portuguesa, que inclua as especificidades plurilingues dos vários contextos específicos, uma vez que a língua portuguesa, a nível dos estados-membros, convive permanentemente com muitas outras línguas, nacionais e não só", acrescentou a responsável.
"Que 2016 traga renovadas energias para prosseguirmos, em conjunto, esta grande caminhada, procurando novas bússolas, novos trilhos, para uma cada vez maior e melhor projeção da língua portuguesa como língua pluricêntrica e como língua habitante de um mundo cada vez mais plural", concluiu Marisa Guião de Mendonça.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

2016 promete novidades


Mais um ano acaba, e com ele vem mais debates sobre o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

Pois é!

A nova ortografia começaria pra valer em 1 de janeiro de 2013, mas o Decreto N. 7875  de 27 de dezembro de 2012 prolongou o período de transição para 31 de dezembro de 2015, ou seja, hoje.

Mas, depois de varia audiências públicas na Comissão de Educação, Cultura e Esportes,do  Senado Federal, e a criação de um Grupo de Trabalho Técnico,  sob a supervisão do Senado Federal, e com a OAB entrando nesse grupo, a questão acabou sendo levada à  Academia das Ciências de Lisboa.

Pelo Decreto, a partir do dia 1 de janeiro de 2016 a nova ortografia será a única vigente no Brasil, só que como foi decidido que haverá correções no texto do Acordo Ortográfico e nos vocabulários , e mais haverá um dispositivo jurídico para que o Acordo Ortográfico tenha respaldo jurídico, vamos ver o que será definido.

2016, um ano que promete muito debate.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Incêndio no Museu da Língua Portuguesa deixa um morto



Um bombeiro civil morreu ao tentar combater o incêndio de grandes proporções que atingiu o Museu da Língua Portuguesa, na Praça da Luz, região central de São Paulo, na tarde desta segunda-feira (21). A informação foi confirmada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), que foi até o local no início da noite. O equipamento abrigava uma exposição do folclorista potiguar Câmara Cascudo desde outubro passado.  

De acordo com o Corpo de Bombeiros, 37 viaturas e 97 homens foram encaminhadas ao local para combater o fogo, que começou por volta das 16h30. Ainda não há informações sobre as causas do incêndio. A fumaça já atingia a Estação da Luz. Na Rua José Paulino, as lojas que costumam fechar às 19 horas encerraram o dia por volta das 17 horas por causa da fumaça que tomou conta da rua. O Museu da Língua Portuguesa fica fechado às segundas-feiras. 

Por volta das 17h10, os bombeiros informaram que as chamas foram controladas e que o incêndio estava em fase de rescaldo. O teto do museu ficou totalmente destruído e o fogo chegou à torre do relógio. O complexo da Estação da Luz é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). 

Em entrevista coletiva, o secretário municipal da Cultura, Nabil Bonduki, disse que um incêndio como o que ocorreu nesta segunda-feira é "devastador para a cultura brasileira". "Esperamos reconstruir o edifício e recolocar o museu em funcionamento", afirmou.

Segundo ele, o ocorrido "alerta para a necessidade de ter as condições de segurança adequadas". Bonduki ainda disse que, só após a saída dos bombeiros, será possível avaliar os estragos provocados pelo fogo. "Pelo que fui informado, o acervo do museu foi preservado", disse.

Trânsito

Segundo a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), a Estação da Luz foi fechada por motivos de segurança. A CPTM recomenda que os passageiros usem o Metrô. Os usuários da Linha 7 desembarcam na Estação Palmeiras-Barra Funda, que tem integração com a Linha 3-Vermelha do Metrô. Já os passageiros da Linha 11-Coral desembarcam na Estação Brás, que também tem conexão com a Linha 3-Vermelha.

A integração da Estação Luz, da CPTM, para as linhas 1-Azul e 4-Amarela do Metrô está fechada. Os usuários podem sair da estação e pegar um ônibus. Segundo a CPTM, a Estação da Luz será reaberta após autorização dos bombeiros. 

Antes
A Estação da Luz de São Paulo foi parcialmente destruída por um incêndio no dia 6 de novembro de 1946. O fogo atingiu boa parte da estação, destruiu os arquivos, documentos e prejudicou a fachada da Avenida Tiradentes. A ala oeste não foi atingida pelas chamas, pois a alta torre da estação - uma réplica da torre Big Ben da abadia londrina de Westminster - serviu de chaminé.

Fonte: http://novojornal.jor.br/cotidiano/incendio-no-museu-da-lingua-portuguesa-deixa-um-morto

sábado, 19 de dezembro de 2015

Neopedagogia da Gramática na ACL



Participação do prof. Francisco Dequi no “Colóquio Ortografia e Bom-senso” com a tese Neopedagogia da Acentuação Gráfica na Academia das Ciências de Lisboa, novembro de 2015.

O colóquio, com duração de dois dias, teve início no dia 09 de novembro de 2015, às 10h, no salão nobre da Academia das Ciências de Lisboa. O presidente da instituição, Artur Anselmo, abriu a sessão com a presença dos membros titulares do sodalício da Academia e com as mais altas autoridades em gramaticologia e em linguística da língua lusa. A pauta seguiu o preestabelecido. O Brasil teve quatro convidados para participar como oradores. Três eram gaúchos: José Carlos Gentili, Francisco Dequi, Celso Augusto Nunes da Conceição. O pernambucano Evanildo Cavalcanti Bechara, atualmente radicado no Rio de Janeiro, teve participação destacada, pois, no Acordo Ortográfico de 1990, coordenou a reforma em nome da comunidade brasileira.

Numa análise superficial, pode-se dizer que o último acordo não satisfez a maioria dos estudiosos da língua portuguesa dos países lusófonos. As críticas foram contundentes. O regramento do uso do hífen foi o mais criticado. A eliminação das consoantes mudas também sofreu intensas restrições. Alguns dos oradores defenderam a manutenção das tradicionais fonemas consonantais mesmo os mudos. Outros pregaram sua extinção.

Houve também oradores que não vislumbram futuro e solidificação do acordo ortográfico, mas acreditam que seu debate é uma tentativa que visa à unificação aproximada da língua lusófona, hoje a quinta mais falada no mundo. Deve-se aceitar e considerar normal a pronúncia diferenciada das vogais, principalmente, a de “e” e de “o” que, em Portugal, tem prolação aberta como em “demónio, bebé” e outras que possuem timbre aberto em Portugal e fechado no Brasil. Há nessas palavras mudança de timbre nessas vogais, mas a tonicidade, nelas, fica nas mesmas vogais. Esses pormenores dificilmente serão unificados. Cada povo continuará pronunciando de sua maneira. E a grafia terá que acompanhar o estabelecido pelo Acordo. Tal fato não causará qualquer prejuízo na comunicação escrita ou falada entre as nações lusófonas.
Duas professoras, neste colóquio, versaram sobre problemas diferentes entre os países. “Propina”, em Portugal quer dizer “taxa” a ser paga por certos serviços. No Brasil, ultimamente, essa palavra passou a traduzir, com muita ênfase, o aspecto criminoso e corrupto de certos percentuais de pagamentos feitos entre setores públicos e seus agentes.

Os programadores do Colóquio “Ortografia e Bom-senso” colimavam saber como o autor da Neopedagogia da Gramática conseguiria justificar que 99,8% dos acentos gráficos oficiais podem ser explicados por meio de uma única regra. A sua tese básica tem o seguinte texto: “Dominada a tonicidade natural das palavras sem diacrítico, 99,8% dos acentos gráficos oficiais da língua portuguesa podem ser explicados com uma única regra”.
O orador gaúcho, em 20 minutos, expôs os três roteiros da tonicidade natural das nossas palavras, com a exemplificação clara exibida em telão e, em seguida, mostrou o papel deslocador da tonicidade realizado pelo acento gráfico oficial, o que corresponde à regra única da neopedagogia do professor Dequi. Novamente, a exemplificação em data show deixou essa dinâmica da tonicidade bem evidente provocada pelo diacrítico – um processo bem simples.
O orador, em seguida, arrolou as inúmeras vantagens dessa neopedagogia da acentuação gráfica: ensina a tonicidade natural de qualquer palavra sem essa marca visual; simplifica o seu domínio, pois dispensa estudar e reter a contagem das sílabas para classificar as palavras em oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas; dispensa também diferenciar as vogais das semivogais e os consequentes encontros vocálicos “ditongos, tritongos e hiatos”. Esses pré-requisitos, pela didática do prof. Dequi, não são necessários para justificar os acentos gráficos oficias da nossa língua. São complicadores dispensáveis para a Acentuação Objetiva ensinada pela Neopedagogia da Gramática.
Ao encerrar sua exposição, o prof. Dequi solicitou a colaboração dos participantes para a busca de palavras que não se enquadrem dentro dos três itens da tonicidade natural das palavras sem acento gráfico. Pediu também que fossem apresentadas eventuais palavras que violem a regra única da acentuação gráfica, incluindo, nestas, os 0,2% dos sinais diferenciadores. Um grupo de docentes, no intervalo destinado ao cafezinho, apresentou “um abacaxi”: a palavra “performance” que, na sua escrita, aparece sem acento gráfico tanto nos dicionários lusitanos como nos brasileiros. Tanto pelas regras do Acordo como pelas da Neopedagogia apresentadas, esse vocábulo deveria ser marcado com acento gráfico. Ou por ser proparoxítona ou porque tonificou-se a vogal três. Assim, no fim, chegou-se à conclusão de que a palavra foi mal dicionarizada.

Fonte: http://portuguespelaneopedagogia.blogspot.com.br/2015/12/neopedagogia-da-acentuacao-na-academia.html

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

O ‘Vocabulário Ortográfico da Galiza’ está já em papel

Vocabulário Ortográfico da Galiza, apresentado publicamente em 27 de junho de 2015, dentro do programa do Seminário “Língua, sociedade civil e ação exterior” da Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP), está já disponível no formato impresso. De facto, os primeiros exemplares foram entregados no recente simpósio SIPLE, entre outras personalidades, ao secretário-geral da Política Linguística da Junta, Valentín García Gómez.
Em artigo publicado no sítio web da AGLP, o académico Carlos Durão explica que «a elaboração de umVocabulário Ortográfico da Galiza, como contributo aoVocabulário Ortográfico Comum da Língua Portuguesa, previsto no texto do Acordo Ortográfico (e ratificado em Lisboa pelos Ministros da Educação e da Cultura dos países membros da CPLP, Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), foi tarefa assumida pela delegação de observadores da Galiza já nas sessões de trabalho das negociações do Acordo Ortográfico, primeiro do 1986 no Rio de Janeiro, e depois do 1990 em Lisboa, hoje vigorado nos países signatários».
A presença de uma delegação da Galiza foi noticiada até no comunicado que, em nome dos Estados lusófonos, anunciava o Acordo da Ortografia Unificada de 1990: «As delegações de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, S. Tomé e Príncipe e Portugal com a participação de uma delegação de observadores da Galiza, reunidas em Lisboa…». Esta menção foi ainda recolhida no no Diário da República Portuguesa (I Série-A, no 193, 23-8-1991, p. 4370), e também na Resolução da Assembleia da República no 26/91, aprovando o Acordo para ratificação.
Esta tarefa, porém, não foi assumida até a constituição da Academia Galega, cuja Comissão de Lexicologia e Lexicografia (CLL) já elaborara um primeiro Léxico Galego, que partilhara com academias e empresas culturais da Lusofonia, a título de mostra, com aproximadamente 2.000 vocábulos de léxico peculiar galego. Muitos desses vocábulos estão hoje recolhidos em dicionários lusófonos diversos, que se podem consultar na rede, ou em vocabulários ortográficos em papel, como o da Porto Editora; e são reconhecidos no corretor ortográfico FLiP8 da Priberam.
Este vocabulário, agora impresso, inclui mais de 154.000 entradas, «número que foi considerado como termo médio razoável», assinala Durão, de maneira que nele coubesse «o vocabulário considerado propriamente galego, junto com ocorpus geral da nossa língua, num amplo vocabulário patrimonial, naturalmente partilhado na sua quase totalidade com toda a Lusofonia».
Quanto à ortografia empregue, é «descritiva ou indicativa, digamos recomendada ou orientadora, mas não prescritiv»a. Por outras palavras, «a escolha é a da norma galega escrita, inclusa no padrão português como a forma galega do português europeu, segundo os parâmetros do Acordo Ortográfico. Por isso, é claro que não obriga ninguém a escrever o seu nome, ou o da sua vila, de uma determinada maneira, e menos ainda a o pronunciar com uma determinada fonética, pois esta corresponde a cada realização concreta dentro do domínio linguístico».
Fonte: http://pgl.gal/vocabulario-ortografico-da-galiza-esta-ja-papel/

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

COLÓQUIO SOBRE “ORTOGRAFIA E BOM SENSO”


O presidente da Academia de Ciências de Lisboa (ACL), órgão consultivo do Governo na política da Língua, defendeu que se devem "reunir, em boa paz", todas as instituições da área linguística e rever o Acordo Ortográfico assinado em 1990.
"Já passou muito tempo, mais de 20 anos, e não se fez rigorosamente nada, para melhorar o Acordo", disse à Lusa Artur Anselmo, presidente da ACL, acrescentando: "O Acordo não é uma Bíblia nem o Corão, e pode ser melhorado".
O secretário de Estado da Cultura admitiu à Lusa que há dificuldades, no que diz respeito à ortografia, que têm "de ser melhoradas".

http://www.sapo.pt/noticias/presidente-da-academia-de-ciencias-de-lisboa-_554df8246e6028224598b285

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Academia das Ciências de Lisboa e a Nova Ortografia


A Academia das Ciências de Lisboa, através do seu Instituto de Lexicologia e Lexicografia, promoverá, nos próximos dias 9 e 10 de novembro de 2015, um colóquio dedicado aos problemas decorrentes do chamado “Acordo Ortográfico de 1990” nos países de língua oficial portuguesa.

Com esta iniciativa pretende-se envolver as comunidades científicas lusófonas numa questão de transcendente importância para o futuro da língua falada e escrita, no respeito e valorização das tradições nacionais, sem prejuízo de eventuais aproximações aconselhadas pelo uso comum do mesmo idioma em circunstâncias idênticas.

Toda a comunidade científica, em Portugal ​e nos restantes países de língua oficial portuguesa, está convidada a participar no colóquio Ortografia e bom-senso, a realizar na Academia das Ciências de Lisboa de 9 a 10 de novembro de 2015.

Os interessados em participar no Colóquio devem enviar um email para illlp@acad-ciencias.pt.

Oradores/as confirmados/as

Artur Anselmo
João Malaca Casteleiro
Manuel Augusto Rodrigues
Sebastião Pinho, Telmo Verdelho
João Lemos de Sousa
Maria Alzira Seixo
Ana Salgado
Teresa Cadete
Fernando Paulo Baptista
José Eduardo Franco
Francisco Miguel Valada
Evanildo Bechara
José Carlos Gentili
Celso Augusto Nunes da Conceição

Fonte: http://plataforma9.com/congresso/lisboa-coloquio-sobre-ortografia-e-bom-senso/

Postagens populares