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quinta-feira, 26 de maio de 2016

Nova Gramática para Concursos


Os  conteúdos são apresentados sob forma de pequenos textos em se explicam noções teóricas com uma rica explicação, seguida de um elenco variado de exercícios e questões de concurso, a título de fixação da aprendizagem.

Esta obra foi elaborada por quatro das mais conceituadas linguistas do mundo acadêmico brasileiro. Com experiências no ensino e na pesquisa da língua portuguesa em seus diversos campos de investigação.  Lançamento no dia 31 de maio de 2016 das 19h às 22h no Espaço Itaú de Cinema, Praia de Botafogo,  316.

Sobre as autoras:

Cilene da Cunha Pereira  lecionou Língua Portuguesa nos cursos de Graduação e Pós-graduação por mai de 25 anos. Ela é Graduada em Letras Português-Francês pela UFRJ;  Mestra em Teoria Literária pela UFRJ; Doutora em Letras Vernáculas pela UFRJ, e membro da Academia Brasileira de Filologia.

Edila Viana da Silva atua em nos cursos de Pós-graduação, stricto e lato sensu. Ela docente do Doutorado Interinstitucional (DINTER-MEC/IF Sudeste-Minas Gerais). Ela é Doutora em Letras pela UFRJ e membro da Academia Brasileira de Filologia, da Associação Brasileira de Linguística. Integrante do Conselho Editorial dos Cadernos de Letras da UFF.

Maria Aparecida Lino Pauliukonis atuou na Graduação e Pós-graduação no Departamento de Letras Vernáculas da UFRJ. Coordena o Projeto Integrado de Pesquisa CIAD-Rio (Circuito Interdisciplinar de Análise de Discurso). Atua como vice-coordenadora do Mestrado Profissional (Profletras), no polo da Faculdade de Letras da UFRJ. Ela é Graduada em Letras Português-Inglês pela Unesp; Especialista em Semântica do Português pela PUC/SP;  Mestra em Língua Portuguesa pela USP; Doutora pela UFRJ.

Regina Célia Cabral Angelim atuou como professora de Graduação e Pós-graduação e desenvolveu projetos de pesquisas, especialmente na linha Análise do Discurso. Ela é Graduada em Letras pela UFRJ; Especialista em Literatura Brasileira pela UFRJ; Mestra e Doutora em Literatura Brasileira pela UFRJ.

sábado, 30 de abril de 2016

Marcelo vai reabrir debate sobre o Acordo Ortográfico


Marcelo  Rabelo de Sousa, eleito presidente de Portugal em 24 de janeiro de 2016, pretende relançar o debate sobre o Acordo Ortográfico aproveitando a visita de quatro dias que fará a Moçambique, país que não ratificou o dito acordo. Segundo o Expresso, o referendo é uma possibilidade para resolver o impasse.

O consultor cultural do presidente da República, Pedro Mexia, diz ao semanário que Marcelo Rabelo tem recebido mensagens de cidadãos e instituições contestando o acordo e que, caso Moçambique e Angola não o ratifiquem "impõem-se uma reflexão sobre a matéria, que é de competência governamental, mas o presidente não deixará de sublimar a utilidade de reflexão".

O Expresso recorda que em 1991 Marcelo Rabelo de Sousa foi um dos 400 subscritores de um manifesto contra o Acordo Ortográfico.

Fonte: http://www.dn.pt/portugal/interior/marcelo-quer-reabrir-debate-sobre-acordo-ortografico-5151401.html

domingo, 10 de abril de 2016

Malaca Casteleiro rejeita fracasso do Acordo


O linguista João Malaca Casteleiro rejeitou qualquer "fracasso" relativamente ao Acordo Ortográfico, de que foi um dos principais impulsionadores, desvalorizou a demora na aplicação e defendeu que "não se deve mexer no que está feito".

"Não há aqui nenhum fracasso. Há naturalmente um tempo de implementação do acordo que exige, digamos, percursos diferentes para os diferentes países", afirmou em  declaração aos jornalistas, à margem da Conferência Internacional sobre o Ensino e Aprendizagem do Português como Língua Estrangeira, que decorreu na Universidade de Macau sexta-feira e sábado.

Questionado se voltaria atrás em algum aspecto do Acordo Ortográfico, Malaca Casteleiro respondeu que "pode haver algum aperfeiçoamento", contudo, "reservaria esse aperfeiçoamento para depois de sua implantação em todos os países de língua portuguesa".

Mas nem todos os membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP ratificaram o Acordo Ortográfico, subscrito nos anos de 1990.

Fonte: Diário da Noite: 10/04/2016

quinta-feira, 3 de março de 2016

Português Esquematizado - Gramática


Esquematizado: um método revolucionário pela sua linguagem clara e direta, facilmente assimilável.

Linguagem clara: fácil e direta, traz a sensação de que o autor está "conversando" com o leitor.

Recursos gráfico: auxiliam o estudo  e a memorização dos principais temas.

Provas e concursos: ao final de cada capítulo, o assunto é ilustrado com a presença de questões de provas e concursos ou elaborados pelo próprio autor,facilitando a percepção das matérias mais cobradas, bem como a fixação do assunto e checagem do aprendizado.

O autor:

Agnaldo Martinho é graduado em Letras pela Universidade São Francisco (1987)  e Mestre em Língua Portuguesa pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2008).

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Entra em vigor no Brasil e já é obrigatório para 215 milhões

01 DE JANEIRO DE 2016

A aplicação do Acordo Ortográfico, a partir de hoje, no Brasil eleva para 215 milhões os falantes de Português a usar a nova grafia, mas a norma está em diferentes estágios de implementação nos vários países que a ela aderiram.
O Brasil, que assinou o acordo em Lisboa a 16 de dezembro de 1990 e o ratificou a 18 de abril de 1995, terminou, no último dia de 2015, o período de transição, tornando a norma obrigatória a partir de hoje.
Dos 215 milhões, a grande fatia cabe ao Brasil, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística estima ter 204.450.649 habitantes, seguindo-se os 10,3 milhões de portugueses, em números redondos facultados em julho passado pelo Eurostat, e os 512.096 cabo-verdianos, segundo um levantamento efetuado em 2013 pelo Instituto Nacional de Estatística de Cabo Verde.
Os ritmos de aplicação do Acordo Ortográfico são, contudo, muito variáveis entre os vários países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), assinalou Marisa Guião de Mendonça, diretora-executiva do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) em entrevista à agência Lusa.
O estágio de implementação da nova norma nos países da CPLP "é completamente diferenciado: alguns já ratificaram, outros não, nalguns países a lei já foi ao parlamento nacional, noutros ainda não foi. E há a questão dos recursos. Não só recursos humanos, para que se possa fazer este processo com garantias de sucesso, mas sobretudo recursos financeiros e recursos materiais", adiantou.
Nesse sentido, o IILP, "continua aberto para poder, a um nível multilateral, encontrar recursos técnicos e capital humano especializado para poder desenhar, se for o caso, e implementar o processo de transição da antiga ortografia para a nova".
De acordo com a responsável, o Acordo já tem o processo de implementação "finalizado" em Portugal, onde entrou em vigor a 13 de maio de 2015, apesar da oposição de grupos da sociedade civil, e "está a ser aplicado de uma forma natural" no Brasil, sendo a sua aplicação também "absolutamente pacífica" em São Tomé e Príncipe.
Distinta é a situação de Angola, onde o Acordo Ortográfico não foi "autorizado a nenhum nível governamental", apesar do investimento financeiro do país na plataforma digital do Vocabulário Ortográfico Comum.
Em Cabo Verde, que tornou a norma obrigatória a 01 de outubro de 2015, a sua aplicação vai passar pelas "necessárias" ações de esclarecimento sobre a nova grafia, esclareceu Marisa Mendonça, enquanto em Moçambique a norma aguarda ratificação pelo parlamento, estando o processo atrasado devido à mudança de governo.
Segundo a responsável do IILP, a situação de "muita instabilidade política" na Guiné-Bissau faz com que a aplicação do Acordo naquele país dificilmente seja uma prioridade e, em Timor-Leste, "a difusão, o uso e a implantação da língua portuguesa" têm primazia face à aplicação da nova norma.
Quanto à Guiné Equatorial, que aderiu à CPLP em julho de 2014, não assinou o Acordo mas a reimplementação da língua portuguesa que está a ter lugar no território será feita segundo a nova grafia, assegurou Marisa Mendonça, que sublinhou à Lusa o facto de o IILP em caso algum "se sobrepor aos estados-membros" na decisão de aplicar o Acordo.
Ao IILP cabe "responder e criar melhores condições para a implantação do Acordo, conforme está previsto no Plano de Ação de Brasília, de 2010, e no Plano de Ação de Lisboa, de 2013, que complementa o anterior", esclareceu.
Os Planos de Ação preveem, de acordo com a diretora-executiva do Instituto, "a consagração de um Vocabulário Ortográfico Comum", que, por agora, funciona apenas como uma plataforma digital de acesso gratuito onde estão já disponíveis os vocabulários nacionais de Portugal, Brasil, Moçambique, Cabo Verde e Timor-Leste.
É também incumbência do IILP "dar uma visão e fazer uma gestão cada vez mais pluricêntrica da língua portuguesa, que inclua as especificidades plurilingues dos vários contextos específicos, uma vez que a língua portuguesa, a nível dos estados-membros, convive permanentemente com muitas outras línguas, nacionais e não só", acrescentou a responsável.
"Que 2016 traga renovadas energias para prosseguirmos, em conjunto, esta grande caminhada, procurando novas bússolas, novos trilhos, para uma cada vez maior e melhor projeção da língua portuguesa como língua pluricêntrica e como língua habitante de um mundo cada vez mais plural", concluiu Marisa Guião de Mendonça.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

2016 promete novidades


Mais um ano acaba, e com ele vem mais debates sobre o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

Pois é!

A nova ortografia começaria pra valer em 1 de janeiro de 2013, mas o Decreto N. 7875  de 27 de dezembro de 2012 prolongou o período de transição para 31 de dezembro de 2015, ou seja, hoje.

Mas, depois de varia audiências públicas na Comissão de Educação, Cultura e Esportes,do  Senado Federal, e a criação de um Grupo de Trabalho Técnico,  sob a supervisão do Senado Federal, e com a OAB entrando nesse grupo, a questão acabou sendo levada à  Academia das Ciências de Lisboa.

Pelo Decreto, a partir do dia 1 de janeiro de 2016 a nova ortografia será a única vigente no Brasil, só que como foi decidido que haverá correções no texto do Acordo Ortográfico e nos vocabulários , e mais haverá um dispositivo jurídico para que o Acordo Ortográfico tenha respaldo jurídico, vamos ver o que será definido.

2016, um ano que promete muito debate.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Incêndio no Museu da Língua Portuguesa deixa um morto



Um bombeiro civil morreu ao tentar combater o incêndio de grandes proporções que atingiu o Museu da Língua Portuguesa, na Praça da Luz, região central de São Paulo, na tarde desta segunda-feira (21). A informação foi confirmada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), que foi até o local no início da noite. O equipamento abrigava uma exposição do folclorista potiguar Câmara Cascudo desde outubro passado.  

De acordo com o Corpo de Bombeiros, 37 viaturas e 97 homens foram encaminhadas ao local para combater o fogo, que começou por volta das 16h30. Ainda não há informações sobre as causas do incêndio. A fumaça já atingia a Estação da Luz. Na Rua José Paulino, as lojas que costumam fechar às 19 horas encerraram o dia por volta das 17 horas por causa da fumaça que tomou conta da rua. O Museu da Língua Portuguesa fica fechado às segundas-feiras. 

Por volta das 17h10, os bombeiros informaram que as chamas foram controladas e que o incêndio estava em fase de rescaldo. O teto do museu ficou totalmente destruído e o fogo chegou à torre do relógio. O complexo da Estação da Luz é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). 

Em entrevista coletiva, o secretário municipal da Cultura, Nabil Bonduki, disse que um incêndio como o que ocorreu nesta segunda-feira é "devastador para a cultura brasileira". "Esperamos reconstruir o edifício e recolocar o museu em funcionamento", afirmou.

Segundo ele, o ocorrido "alerta para a necessidade de ter as condições de segurança adequadas". Bonduki ainda disse que, só após a saída dos bombeiros, será possível avaliar os estragos provocados pelo fogo. "Pelo que fui informado, o acervo do museu foi preservado", disse.

Trânsito

Segundo a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), a Estação da Luz foi fechada por motivos de segurança. A CPTM recomenda que os passageiros usem o Metrô. Os usuários da Linha 7 desembarcam na Estação Palmeiras-Barra Funda, que tem integração com a Linha 3-Vermelha do Metrô. Já os passageiros da Linha 11-Coral desembarcam na Estação Brás, que também tem conexão com a Linha 3-Vermelha.

A integração da Estação Luz, da CPTM, para as linhas 1-Azul e 4-Amarela do Metrô está fechada. Os usuários podem sair da estação e pegar um ônibus. Segundo a CPTM, a Estação da Luz será reaberta após autorização dos bombeiros. 

Antes
A Estação da Luz de São Paulo foi parcialmente destruída por um incêndio no dia 6 de novembro de 1946. O fogo atingiu boa parte da estação, destruiu os arquivos, documentos e prejudicou a fachada da Avenida Tiradentes. A ala oeste não foi atingida pelas chamas, pois a alta torre da estação - uma réplica da torre Big Ben da abadia londrina de Westminster - serviu de chaminé.

Fonte: http://novojornal.jor.br/cotidiano/incendio-no-museu-da-lingua-portuguesa-deixa-um-morto

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