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terça-feira, 20 de outubro de 2015

Academia das Ciências de Lisboa e a Nova Ortografia


A Academia das Ciências de Lisboa, através do seu Instituto de Lexicologia e Lexicografia, promoverá, nos próximos dias 9 e 10 de novembro de 2015, um colóquio dedicado aos problemas decorrentes do chamado “Acordo Ortográfico de 1990” nos países de língua oficial portuguesa.

Com esta iniciativa pretende-se envolver as comunidades científicas lusófonas numa questão de transcendente importância para o futuro da língua falada e escrita, no respeito e valorização das tradições nacionais, sem prejuízo de eventuais aproximações aconselhadas pelo uso comum do mesmo idioma em circunstâncias idênticas.

Toda a comunidade científica, em Portugal ​e nos restantes países de língua oficial portuguesa, está convidada a participar no colóquio Ortografia e bom-senso, a realizar na Academia das Ciências de Lisboa de 9 a 10 de novembro de 2015.

Os interessados em participar no Colóquio devem enviar um email para illlp@acad-ciencias.pt.

Oradores/as confirmados/as

Artur Anselmo
João Malaca Casteleiro
Manuel Augusto Rodrigues
Sebastião Pinho, Telmo Verdelho
João Lemos de Sousa
Maria Alzira Seixo
Ana Salgado
Teresa Cadete
Fernando Paulo Baptista
José Eduardo Franco
Francisco Miguel Valada
Evanildo Bechara
José Carlos Gentili
Celso Augusto Nunes da Conceição

Fonte: http://plataforma9.com/congresso/lisboa-coloquio-sobre-ortografia-e-bom-senso/

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

OAB quer discutir grafia de palavras com signatários do acordo ortográfico


A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) quer discutir a definição da grafia de algumas palavras da língua portuguesa com os demais países signatários do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.
No dia 12 de novembro, o Conselho Federal da OAB vai apresentar um relatório detalhando as sugestões na Academia de Ciências de Lisboa, em Portugal. A partir de então, o debate poderá ser ampliado também para os países do Ccontinente africano.
No Brasil, o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa passa a ser obrigatório no ano que vem, mas, para a OAB, as novas regras ainda deixam dúvidas na grafia de algumas palavras, que ainda não constam no dicionário da língua portuguesa. A Ordem quer que as sugestões sejam incorporadas ao Sexto Vocabulário Comum da Língua Portuguesa, em 2016.
No início do ano, a OAB buscou a Academia Brasileira de Letras (ABL) e o Ministério das Relações Exteriores para propor definições de palavras que têm impacto no meio jurídico. A intenção agora é levar o debate para os outros países.
“Será o início de um projeto que queremos desenvolver em todas as ordens dos advogados e nos órgãos oficiais desses países”, explica o representante oficial da OAB para assuntos ligados ao Tratado Internacional da Língua Portuguesa, Carlos André Nunes. Além do Brasil, assinam o acordo Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
Na última terça-feira (6) Nunes conversou sobre questões do acordo em encontro com o embaixador português, Francisco Ribeiro Telles. Segundo o representante da OAB, o tratado ainda é alvo de polêmica, principalmente em Portugal, onde metade da população concorda e metade discorda.
Para o advogado, falta mobilização no Brasil. “Neste momento a sociedade civil precisa debater o assunto. O acordo vai entrar em vigor, mas a nossa preocupação é com o vocabulário, queremos que sejam retirados os problemas que o acordo tem. É importante que outros grupos além da OAB, saibam que também podem fazer sugestões.”
Fonte:http://anec.org.br/blog/2015/10/14/oab-quer-discutir-grafia-de-palavras-com-signatarios-do-acordo-ortografico/

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