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terça-feira, 22 de outubro de 2013

Grupo de Trabalho Debate Sobre o Acordo


O grupo de trabalho criado para propor a simplificação e o aperfeiçoamento do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa discutiu seu plano de trabalho nesta quinta-feira (17/10/2013). A intenção é apresentar, até março de 2015, uma proposta à Comissão de Educação, Cultura e Esportes. O texto, então, será levado ao Executivo, que poderá discutir as mudanças com os outros países de língua portuguesa.

As regras do acordo foram discutidas pela primeira vez em 1975 e assinadas em 1990. Após um longo período de transição, a implementação no Brasil estava prevista para janeiro de 2013, mas a o prazo foi prorrogado para janeiro de 2016 por meio de decreto da Casa Civil. A sugestão partiu dos professores Ernani Pimentel e Pasquale Cipro Neto, hoje coordenadores do grupo de trabalho, e teve o apoio dos senadores integrantes da Comissão de Educação. Após o adiamento, a Comissão de Educação criou o grupo, com a aprovação de requerimento dos senadores Cyro Miranda (PSDB-GO) e Ana Amélia (PP-RS).

Fonte: http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2013/10/17/especialistas-discutem-simplificacao-do-novo-acordo-ortografico 

Grupo de Trabalho para Avaliar Acordo



A Comissão de Educação, Cultura e Esporte aprovou no dia 1 de outubro de 2013 a criação de um grupo de trabalho destinado a estudar e apresentar proposta para aperfeiçoar o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, firmado em 1990 por todos os países de língua portuguesa. As informações são da Argência do Senado.
O Presidente da Comissão de Educação, senador Cyro Miranda (PSDB-GO) autor do requerimento para a criação do grupo, junto com a senadora Ana Amélia (PP-RS) explicou que o acordo entraria em vigor no dia 1 de janeiro de 2013, mas o início da vigência foi adiado para o início de 2016 porque  muitos países ainda não estavam preparados para as mudanças previstas.
Para isso, senadores da Comissão de Educação do Senado mantiveram entendimento com o governo, no final do ano passado, o que resultou na publicação do decreto da presidente Dilma Rousseff permitindo o adiamento.
O novo decreto ampliou o período de transição até 31 de dezembro de 2015. Até lá coexistirão a norma ortográfica atualmente em vigor e a nova norma estabelecida por meio do acordo.
A preocupação do senador Cyro Miranda é que ao final de 2015 o Brasil se encontre na mesma situação do final do ano passado. O objetivo do grupo de trabalho, segundo o senador é contribuir para que o país tenha uma proposta para simplificar e aperfeiçoar o acordo. A ideia é fazer com que o grupo trabalhe com especialistas dos outros países de língua portuguesa.
O grupo terá a participação dos professores Ernani Pimentel e Pasquale Cipro Neto e do senador Cristovam Buarque.

Fonte: http://www.diariodeguarapuava.com.br/noticias/brasil/2,38697,06,10,comissao-cria-grupo-de-trabalho-para-aperfeicoar-acordo-ortografico.shtml

Bechara defende o Acordo Ortográfico


Terminaria em 31 de dezembro de 2012 o prazo para a adaptação dos brasileiros ao novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Mas pressão de vários setores da sociedade, insatisfeitos com as novas  regras, acabou adiando o período de adaptação às novas regras para o último dia do ano de 2015. O adiamento reacende o debate sobre as regras ortográficas, muito embora jornais, revistas, livros didáticos e documentos oficiais já tenham adotado o novo acordo.

Um dos líderes da ala insatisfeita é o professor Ernani Pimentel. Para ele,o acordo não segue uma lógica clara: "Como se ensina que 'mandachuva' se escreve sem hífen e 'guarda-chuva' com hífen, se as duas palavras se as duas palavras\são formadas por verbo e substantivo? Como se ensina que 'super-homem' se escreve com hífen, por causa da letras 'h', mas 'desumano' não tem 'h' nem hífen?", questiona ele.

Já para o professor Evanildo Bechara, da Academia Brasileira de Letras, é muito cedo para fazer questionamento. "Para o grande público, a implementação de um acordo depende da memória visual das palavras", diz o gramático. Ele não compartilha das críticas sobre o emprego do hífen, já que a dificuldade de seu uso não é exclusividade do português.

Fonte: http://www.multirio.rj.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=777:feliz-ano-novo-com-ortografia-nova&catid=23&Itemid=118

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