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terça-feira, 1 de novembro de 2016

XI Conferência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa



O presidente Temer abriu nesta segunda-feira (31/10/2016), a XI Conferência dos Países da Língua Portuguesa (CPLP), no Palácio do Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília.

A comunidade, criada em 1996, reúne Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissal, Guiné-Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Tomor-Leste Entre os objetivos do grupo estão reforçar a diplomacia e a cooperação entre os seus integrantes, além de difundir a língua portuguesa.

Na abertura da conferência, Temer fez um rápido discurso, de cerca de seis minutos, a chefes de Estado de oito países e convidou à mesa o secretário-geral eleito da Organização das Nações Unidas (ONU), Antonio Guterres, com quem já havia se encontrado pela manhã, no Palácio do Planalto.

Na abertura da conferência, os países da CPLP aprovaram incluir no grupo Hungria, Uruguai, República Tcheca e Eslováquia como Estados observadores.

Além de Temer, o presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMD-AL), e os ministros José Serra (Relações Exteriores), Mendonça Filho (Educação) e Alexandre de Maraes (Justiça) também estiveram na cerimônia.

Fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/2016/10/temer-abre-conferencia-de-paises-de-lingua-portuguesa-em-brasilia.html

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Onde estão os especialistas?


Alguém poderia explicar o silêncio de Evanildo Bechara, Carlos Alberto Faraco e outros defensores do Acordo Ortográfico que, ao serem questionados por professores gabaritados e filólogos sobre a falta de coerência desse Acordo, se posicionam de modo como se o determinado pelo Decreto N. 6.853/2008 não pudesse ser questionado, no entanto, submetem-se ao Comitè Olímpico Internacional quando este adotou Paralimpíada, sendo que o COI não pode ser regulador de ortogradia.

Nenhum linguista sério trocaria Paraolimpíada por Paralimpíada, porque essa palavra não diz nada.

Ora, é absurdo Evanildo Bechara, Carlos Alberto Faraco, João Malaca Castelheiro, Thais de Nicole e outros não aceitarem que professores como Deonísio da Silva,  Sérgio Nogueira, e tantos outros criticarem o Acordo Ortográfico, e acabarem aceitando Paralimpíada, com a justificativa de que a palavra em inglês paralympics.

Sobre o que dizem alguns defensores de Paralimpicos, o prefixo PARA não vem do latim, muito me espanta perceber que os tais mudem a informação até nesse detalhe. PARA vem do grego.

Olimpíadas também vem do grego, e a primeira Olimpíada surgiu na Grécia em honra a Zeus.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Conferência Internacional sobre a Língua Portuguesa


Especialistas de vários países  debateram o futuro da língua portuguesa, num encontro inserido nos esforços da CPLP para fomentar o uso do português nas organizações internacionais.
Na conferência de abertura, o ex-primeiro-ministro timorense, Mari Alkatiri, disse que o ensino do português é o “único caminho” para o reforço da soberania e afirmação nacional de Timor-Leste na região e no mundo.
“A língua de Camões passou de língua estrangeira a língua nacional, de língua de dominação estrangeira para língua de afirmação nacional”, disse Alkatiri.
O encontro, realizado pela Comissão Nacional de Timor-Leste em colaboração com o Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) e a CPLP, ocorrido entre os dias 15 a 17 do corrente mês , no Centro de Convenções de Díli, foi mais um evento a marcar a reta final da presidência de Timor-Leste da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). A III conferência internacional sobre o futuro da língua portuguesa no sistema mundial contou com intervenções em quatro eixos de debate: Português, Língua Pluricêntrica do século XXI; Ensino e Formação em Língua Portuguesa em Contextos Multilingues ; O Potencial Econômico da Língua Portuguesa; Português Língua de Cultura, Ciência e Inovação.
Fonte: https://iilp.wordpress.com/2016/06/21/iii-conferencia-internacional-sobre-o-futuro-da-lingua-portuguesa-no-sistema-mundial/

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Nova Gramática para Concursos


Os  conteúdos são apresentados sob forma de pequenos textos em se explicam noções teóricas com uma rica explicação, seguida de um elenco variado de exercícios e questões de concurso, a título de fixação da aprendizagem.

Esta obra foi elaborada por quatro das mais conceituadas linguistas do mundo acadêmico brasileiro. Com experiências no ensino e na pesquisa da língua portuguesa em seus diversos campos de investigação.  Lançamento no dia 31 de maio de 2016 das 19h às 22h no Espaço Itaú de Cinema, Praia de Botafogo,  316.

Sobre as autoras:

Cilene da Cunha Pereira  lecionou Língua Portuguesa nos cursos de Graduação e Pós-graduação por mai de 25 anos. Ela é Graduada em Letras Português-Francês pela UFRJ;  Mestra em Teoria Literária pela UFRJ; Doutora em Letras Vernáculas pela UFRJ, e membro da Academia Brasileira de Filologia.

Edila Viana da Silva atua em nos cursos de Pós-graduação, stricto e lato sensu. Ela docente do Doutorado Interinstitucional (DINTER-MEC/IF Sudeste-Minas Gerais). Ela é Doutora em Letras pela UFRJ e membro da Academia Brasileira de Filologia, da Associação Brasileira de Linguística. Integrante do Conselho Editorial dos Cadernos de Letras da UFF.

Maria Aparecida Lino Pauliukonis atuou na Graduação e Pós-graduação no Departamento de Letras Vernáculas da UFRJ. Coordena o Projeto Integrado de Pesquisa CIAD-Rio (Circuito Interdisciplinar de Análise de Discurso). Atua como vice-coordenadora do Mestrado Profissional (Profletras), no polo da Faculdade de Letras da UFRJ. Ela é Graduada em Letras Português-Inglês pela Unesp; Especialista em Semântica do Português pela PUC/SP;  Mestra em Língua Portuguesa pela USP; Doutora pela UFRJ.

Regina Célia Cabral Angelim atuou como professora de Graduação e Pós-graduação e desenvolveu projetos de pesquisas, especialmente na linha Análise do Discurso. Ela é Graduada em Letras pela UFRJ; Especialista em Literatura Brasileira pela UFRJ; Mestra e Doutora em Literatura Brasileira pela UFRJ.

sábado, 30 de abril de 2016

Marcelo vai reabrir debate sobre o Acordo Ortográfico


Marcelo  Rabelo de Sousa, eleito presidente de Portugal em 24 de janeiro de 2016, pretende relançar o debate sobre o Acordo Ortográfico aproveitando a visita de quatro dias que fará a Moçambique, país que não ratificou o dito acordo. Segundo o Expresso, o referendo é uma possibilidade para resolver o impasse.

O consultor cultural do presidente da República, Pedro Mexia, diz ao semanário que Marcelo Rabelo tem recebido mensagens de cidadãos e instituições contestando o acordo e que, caso Moçambique e Angola não o ratifiquem "impõem-se uma reflexão sobre a matéria, que é de competência governamental, mas o presidente não deixará de sublimar a utilidade de reflexão".

O Expresso recorda que em 1991 Marcelo Rabelo de Sousa foi um dos 400 subscritores de um manifesto contra o Acordo Ortográfico.

Fonte: http://www.dn.pt/portugal/interior/marcelo-quer-reabrir-debate-sobre-acordo-ortografico-5151401.html

domingo, 10 de abril de 2016

Malaca Casteleiro rejeita fracasso do Acordo


O linguista João Malaca Casteleiro rejeitou qualquer "fracasso" relativamente ao Acordo Ortográfico, de que foi um dos principais impulsionadores, desvalorizou a demora na aplicação e defendeu que "não se deve mexer no que está feito".

"Não há aqui nenhum fracasso. Há naturalmente um tempo de implementação do acordo que exige, digamos, percursos diferentes para os diferentes países", afirmou em  declaração aos jornalistas, à margem da Conferência Internacional sobre o Ensino e Aprendizagem do Português como Língua Estrangeira, que decorreu na Universidade de Macau sexta-feira e sábado.

Questionado se voltaria atrás em algum aspecto do Acordo Ortográfico, Malaca Casteleiro respondeu que "pode haver algum aperfeiçoamento", contudo, "reservaria esse aperfeiçoamento para depois de sua implantação em todos os países de língua portuguesa".

Mas nem todos os membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP ratificaram o Acordo Ortográfico, subscrito nos anos de 1990.

Fonte: Diário da Noite: 10/04/2016

quinta-feira, 3 de março de 2016

Português Esquematizado - Gramática


Esquematizado: um método revolucionário pela sua linguagem clara e direta, facilmente assimilável.

Linguagem clara: fácil e direta, traz a sensação de que o autor está "conversando" com o leitor.

Recursos gráfico: auxiliam o estudo  e a memorização dos principais temas.

Provas e concursos: ao final de cada capítulo, o assunto é ilustrado com a presença de questões de provas e concursos ou elaborados pelo próprio autor,facilitando a percepção das matérias mais cobradas, bem como a fixação do assunto e checagem do aprendizado.

O autor:

Agnaldo Martinho é graduado em Letras pela Universidade São Francisco (1987)  e Mestre em Língua Portuguesa pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2008).

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Entra em vigor no Brasil e já é obrigatório para 215 milhões

01 DE JANEIRO DE 2016

A aplicação do Acordo Ortográfico, a partir de hoje, no Brasil eleva para 215 milhões os falantes de Português a usar a nova grafia, mas a norma está em diferentes estágios de implementação nos vários países que a ela aderiram.
O Brasil, que assinou o acordo em Lisboa a 16 de dezembro de 1990 e o ratificou a 18 de abril de 1995, terminou, no último dia de 2015, o período de transição, tornando a norma obrigatória a partir de hoje.
Dos 215 milhões, a grande fatia cabe ao Brasil, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística estima ter 204.450.649 habitantes, seguindo-se os 10,3 milhões de portugueses, em números redondos facultados em julho passado pelo Eurostat, e os 512.096 cabo-verdianos, segundo um levantamento efetuado em 2013 pelo Instituto Nacional de Estatística de Cabo Verde.
Os ritmos de aplicação do Acordo Ortográfico são, contudo, muito variáveis entre os vários países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), assinalou Marisa Guião de Mendonça, diretora-executiva do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) em entrevista à agência Lusa.
O estágio de implementação da nova norma nos países da CPLP "é completamente diferenciado: alguns já ratificaram, outros não, nalguns países a lei já foi ao parlamento nacional, noutros ainda não foi. E há a questão dos recursos. Não só recursos humanos, para que se possa fazer este processo com garantias de sucesso, mas sobretudo recursos financeiros e recursos materiais", adiantou.
Nesse sentido, o IILP, "continua aberto para poder, a um nível multilateral, encontrar recursos técnicos e capital humano especializado para poder desenhar, se for o caso, e implementar o processo de transição da antiga ortografia para a nova".
De acordo com a responsável, o Acordo já tem o processo de implementação "finalizado" em Portugal, onde entrou em vigor a 13 de maio de 2015, apesar da oposição de grupos da sociedade civil, e "está a ser aplicado de uma forma natural" no Brasil, sendo a sua aplicação também "absolutamente pacífica" em São Tomé e Príncipe.
Distinta é a situação de Angola, onde o Acordo Ortográfico não foi "autorizado a nenhum nível governamental", apesar do investimento financeiro do país na plataforma digital do Vocabulário Ortográfico Comum.
Em Cabo Verde, que tornou a norma obrigatória a 01 de outubro de 2015, a sua aplicação vai passar pelas "necessárias" ações de esclarecimento sobre a nova grafia, esclareceu Marisa Mendonça, enquanto em Moçambique a norma aguarda ratificação pelo parlamento, estando o processo atrasado devido à mudança de governo.
Segundo a responsável do IILP, a situação de "muita instabilidade política" na Guiné-Bissau faz com que a aplicação do Acordo naquele país dificilmente seja uma prioridade e, em Timor-Leste, "a difusão, o uso e a implantação da língua portuguesa" têm primazia face à aplicação da nova norma.
Quanto à Guiné Equatorial, que aderiu à CPLP em julho de 2014, não assinou o Acordo mas a reimplementação da língua portuguesa que está a ter lugar no território será feita segundo a nova grafia, assegurou Marisa Mendonça, que sublinhou à Lusa o facto de o IILP em caso algum "se sobrepor aos estados-membros" na decisão de aplicar o Acordo.
Ao IILP cabe "responder e criar melhores condições para a implantação do Acordo, conforme está previsto no Plano de Ação de Brasília, de 2010, e no Plano de Ação de Lisboa, de 2013, que complementa o anterior", esclareceu.
Os Planos de Ação preveem, de acordo com a diretora-executiva do Instituto, "a consagração de um Vocabulário Ortográfico Comum", que, por agora, funciona apenas como uma plataforma digital de acesso gratuito onde estão já disponíveis os vocabulários nacionais de Portugal, Brasil, Moçambique, Cabo Verde e Timor-Leste.
É também incumbência do IILP "dar uma visão e fazer uma gestão cada vez mais pluricêntrica da língua portuguesa, que inclua as especificidades plurilingues dos vários contextos específicos, uma vez que a língua portuguesa, a nível dos estados-membros, convive permanentemente com muitas outras línguas, nacionais e não só", acrescentou a responsável.
"Que 2016 traga renovadas energias para prosseguirmos, em conjunto, esta grande caminhada, procurando novas bússolas, novos trilhos, para uma cada vez maior e melhor projeção da língua portuguesa como língua pluricêntrica e como língua habitante de um mundo cada vez mais plural", concluiu Marisa Guião de Mendonça.

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