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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Brasil e o Acordo Ortográfico


Enquanto em Portugal há uma grande resistência em relação ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, chegando mesmo a voltar à grafia anterior devido ao fato da Resolução nº 8 de 25 de janeiro de 2011 não ter força de lei, ui no Brasil a questão é diferente.

Primeiro, trata-se do Decreto nº 6.585 de 29 de setembro de 2008 que determina um prazo de transição a partir de 1º de janeiro de 2009 até 31 de dezembro de 2012. Nesse prazo valem as duas grafias. Só em 1º de janeiro de 2013 apenas a nova ortografia estará em vigor. Aí está algo interessante para se avaliar.

Se no Brasil há professores promovendo Curso de Atualização em Língua Portuguesa e o Acordo Ortográfico, muitas universidades também estão começando a cobrar a nova ortografia nos vestibulares, ainda há como aprender pela internet, boa parte dos professores de língua portuguesa desconhece o que mudou e o que não mudou com a nova ortografia.

Se antes havia incerteza sobre a nova ortografia por parte dos especialistas de língua portuguesa, atualmente as dúvidas aumentaram. O Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa trouxe mais complicação ao texto.

Isso sem falar que segundo o Decreto nº 6.583 de 29 de setembro de 2008, em seu artigo 3º determina que o texto deveria ter sido submetido ao Congresso Nacional antes de qualquer revisão, o que não aconteceu.

Por isto, a Senadora Ana Amélia (PP/RS) e o Senador Cyro Miranda (PSDB/GO) entraram com um Projeto de Decreto Legislativo nº 498/2012) para que o prazo de transitoriedade do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa se estenda até i final de 2019, tempo suficiente para os especialistas brasileiros e dos demais países lusófonos participem da revisão do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Acordo Ortográfico deve ter prazo estendido


Numa entrevista à Rádio Senado, o senador Cyro Miranda (PSDB/GO) comentou sobre a adaptação dos brasileiros às novas regras do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que entrou em vigor no Brasil em 1º de janeiro de 2009. Para os senadores Cyro Miranda e Ana Amélia (PP/RS), autores do Projeto de Decreto Legislativo (PDL 498/2012), os brasileiros precisam de mais tempo para se adaptar à nova ortografia.

"O assunto demanda maior tempo de maturação e também uma integração mais ampla com os demais Estados envolvidos. O objetivo do projeto é estender o período de transição em sete anos, até o final de 2019. O país não se preparou para isso, vai dar uma confusão tremenda. Não houve estudos, não nos integramos com os outros países de língua portuguesa e nós não temos a menor condição de implantarmos do jeito que está. Vai dar uma confusão total na língua portuguesa. Isso vai ter reflexos em vestibulares, nos alunos, nas nossas escritas", afirmou Cyro Miranda.

Fonte: http://www.lidpsdbsenado.com.br/2012/08/cyro-afirma-que-prazo-para-implantacao-do-novo-acordo-ortografico-precisa-ser-estendido/

Reportagem datada de 31 de agosto de 2012

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Minha apresentação na FAFICA



Ontem apresentei no XI Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Caruaru, "Como Avaliar uma Escola de Língua". Foi um momento muito interessante porque após as apresentações, pudemos debater sobre as questões do ensino, e depara reflexão:

Se para ensinarmos a língua portuguesa, temos de obter a Licenciatura em Letras, por que aceitar que um nativo, apenas por ser nativo da língua possa ensinar sem ter o devido preparo? E se nós, estudantes de língua inglesa ou língua espanhola buscamos obter um certificado do proficiência na língua, como podemos nos basear em nativos estrangeiros que não têm esse mesmo cuidado de ter a proficiência na língua portuguesa e se negam a passar por um preparo metodológico.

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